Colesterol e coração
Tratamento de colesterol alto e dislipidemia
com endocrinologista
O exame veio alterado e a orientação foi “cuide da alimentação”. Mas colesterol alto raramente é só uma questão de cardápio. Ele conversa com a insulina, com a tireoide, com a gordura visceral e com os hormônios. Tratar a dislipidemia é tratar o metabolismo inteiro, e proteger o coração para as próximas décadas.
Ficha rápida
Para quem é
Adultos com colesterol ou triglicerídeos alterados, pessoas com histórico familiar de infarto ou AVC precoce, quem tem resistência à insulina, diabetes, obesidade, hipotireoidismo ou está na menopausa e quer avaliar o risco cardiovascular.
O que inclui
Perfil lipídico completo, exames metabólicos e de tireoide, avaliação de risco cardiovascular, composição corporal (Evolt 360) com foco em gordura visceral, estratégia com alimentação, atividade física, tratamento das causas e medicação quando indicada.
Preparo
Trazer exames recentes, medicações em uso e informações sobre histórico familiar de doença cardiovascular.
Onde
Unidades do Rio de Janeiro (Campo Grande, Barra da Tijuca e Recreio) e de Indaiatuba (SP).
Atendimento
Particular, com nota fiscal para solicitação de reembolso.
Entenda
O que é dislipidemia
Dislipidemia é o nome dado às alterações das gorduras que circulam no sangue. O exame que as mede é o perfil lipídico, e ele tem mais de um número importante:
- LDL, o chamado colesterol "ruim": é a partícula que se deposita na parede das artérias e forma as placas que causam infarto e AVC. É o principal alvo do tratamento.
- HDL, o colesterol "bom": ajuda a remover o colesterol das artérias. Valores baixos aumentam o risco, mas elevá-lo artificialmente não mostrou benefício.
- Triglicerídeos: gordura ligada a açúcar, carboidratos refinados e álcool, e muito associada à resistência à insulina e à gordura visceral.
- Colesterol não-HDL: soma de todas as partículas que podem formar placa, muitas vezes mais completo do que o LDL isolado.
- Lipoproteína (a), ou Lp(a): partícula de origem genética que aumenta o risco independentemente dos outros valores. Dosada quando há histórico familiar precoce ou risco sem explicação.
Colesterol alto não dói e não dá sintoma. Muita gente descobre em exame de rotina e demora anos para tratar, enquanto a placa cresce em silêncio.
Saiba mais
Por que tratar colesterol com uma endocrinologista
O colesterol não é um número isolado. Ele é produzido pelo fígado e regulado por hormônios e pelo metabolismo. Quando a insulina está alta, o fígado produz mais triglicerídeos e partículas de LDL menores e mais perigosas. Quando a tireoide funciona devagar, o LDL sobe. Quando a gordura visceral aumenta, o perfil lipídico piora. Quando o estrogênio cai na menopausa, o colesterol da mulher sobe e o risco cardiovascular se aproxima do masculino.
Por isso, uma endocrinologista trata a dislipidemia olhando para a causa, não só para o exame. Corrigir a resistência à insulina, ajustar a tireoide ou reduzir a gordura visceral muitas vezes melhora o colesterol antes de qualquer medicação. E quando a medicação é necessária, ela entra como parte de uma estratégia, não como resposta automática a um número.
Tratamento
Como é feita a avaliação de risco cardiovascular
Dois pacientes com o mesmo LDL podem precisar de tratamentos diferentes. O que define a meta é o risco cardiovascular global, que a Dra. Karline Campos calcula a partir de idade, sexo, pressão arterial, tabagismo, diabetes, histórico familiar, exames e, quando indicado, exames complementares como cálcio coronariano ou ultrassom de carótidas. Quanto maior o risco, mais baixa a meta de LDL e mais cedo a medicação é considerada.
O Evolt 360 acrescenta um dado que o perfil lipídico não mostra: a gordura visceral, que envolve os órgãos e alimenta inflamação e resistência à insulina. Pessoas magras com gordura visceral elevada podem ter risco maior do que o peso sugere.
Tratamento
A estratégia de tratamento
O tratamento é construído em camadas, na ordem em que fazem sentido para o seu caso:
- Alimentação: redução de gorduras saturadas e trans, de açúcar e carboidratos refinados, e aumento de fibras, gorduras insaturadas e proteína adequada. O plano parte do seu gasto energético e da sua rotina. Veja como ele é construído.
- Composição corporal: reduzir gordura visceral e preservar músculo tem efeito direto sobre triglicerídeos, HDL e resistência à insulina.
- Atividade física: exercício aeróbico e treino de força, com orientação compatível com a sua condição.
- Tratamento das causas: resistência à insulina, hipotireoidismo, diabetes e alterações hormonais são tratados junto com a dislipidemia.
- Medicação, quando indicada: estatinas e outras classes de medicamentos reduzem o LDL e o risco de eventos cardiovasculares. A indicação depende do risco calculado, não só do valor do exame, e é acompanhada com exames de controle.
Sinais
Sinais de que é hora de procurar uma endocrinologista
Seu exame mostrou LDL, colesterol total ou triglicerídeos acima do esperado.
Você tem histórico familiar de infarto, AVC ou colesterol muito alto em pessoas jovens.
Você tem resistência à insulina, pré-diabetes, diabetes ou gordura no fígado.
Você está na perimenopausa ou menopausa e o colesterol subiu sem mudança de hábitos.
Você tem hipotireoidismo ou suspeita de alteração de tireoide.
Você é magra, come bem e mesmo assim o colesterol é alto.
Atendimento
Como é o atendimento, passo a passo
Contato pelo WhatsApp e agendamento da primeira consulta na unidade mais próxima.
Primeira consulta ampliada com a Dra. Karline Campos: história, hábitos, histórico familiar, exame físico, pressão arterial e solicitação de exames.
Avaliação: perfil lipídico completo, exames metabólicos e de tireoide, Lp(a) quando indicado, e composição corporal com Evolt 360.
Consulta de estratégia: cálculo do risco cardiovascular, definição da meta de LDL e do plano em camadas, com ou sem medicação.
Acompanhamento: retornos a cada 3 a 6 meses, repetição de exames e ajustes.
Expectativas
O que esperar
Espere entender o seu risco antes de receber uma prescrição. Mudanças de alimentação e composição corporal costumam refletir nos triglicerídeos em poucas semanas e no LDL em 2 a 3 meses. Quando a medicação é indicada, a redução do LDL aparece nas primeiras semanas. O objetivo não é só normalizar o exame, mas manter o risco baixo ao longo dos anos. Resultados variam de pessoa para pessoa.
Na clínica
Como a Dra. Karline Campos conduz o tratamento
Colesterol alto é uma das alterações que mais vejo em exames de rotina, e uma das mais tratadas de forma superficial. “Corta a fritura” não é tratamento. Eu quero saber por que o seu colesterol subiu: insulina, tireoide, gordura visceral, menopausa, genética? Cada resposta leva a uma estratégia diferente. E quando a medicação é necessária, eu explico por quê, com o seu risco na mesa, para que a decisão seja sua e informada.
Dra. Karline Campos, endocrinologista responsável pela clínica
Unidades
Onde fazer o tratamento
A Dra. Karline Campos atende pessoalmente nas quatro unidades. O prontuário é o mesmo em todas.
Campo Grande
Av. Cesário de Melo, 2623, sala 412, Campo Grande, Rio de Janeiro (RJ)
Barra da Tijuca
Av. das Américas, 4200, Bloco 2, sala 109, Centro Empresarial Barra Shopping, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ)
Recreio
Av. das Américas, 19005, Torre 2, sala 303, Absolutto Business Towers, Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro (RJ)
Indaiatuba
Rua das Orquídeas, 667, sala 908, Torre Medical, Office Premium, Jardim Pompeia, Indaiatuba (SP)
Perguntas frequentes
Dúvidas sobre o tratamento de colesterol alto e dislipidemia
Sou magra e tenho colesterol alto. Como isso é possível?
O colesterol é produzido principalmente pelo fígado e regulado por genética, hormônios e metabolismo. Pessoas magras podem ter predisposição genética, gordura visceral elevada, resistência à insulina ou hipotireoidismo. A investigação identifica a causa.
Estatina engorda?
Não há evidência de que as estatinas causem ganho de peso. O que pode acontecer é a pessoa relaxar nos hábitos por se sentir “protegida” pela medicação. O tratamento combina medicação, quando indicada, com alimentação e atividade física.
Posso comer ovo?
Para a maioria das pessoas, sim. O colesterol dos alimentos tem menos impacto no colesterol do sangue do que se pensava; gorduras saturadas e trans, açúcar e carboidratos refinados pesam mais. A orientação é individual e depende do seu perfil.
Triglicerídeos altos são a mesma coisa que colesterol alto?
Não. Os triglicerídeos são outra gordura do sangue, muito ligada ao consumo de açúcar, carboidratos refinados e álcool, e à resistência à insulina. Costumam responder rápido a mudanças alimentares e à redução de gordura visceral.
Sempre vou precisar de remédio?
Depende do seu risco cardiovascular e da causa da dislipidemia. Em muitos casos, tratar a resistência à insulina, a tireoide e a composição corporal melhora o perfil lipídico sem medicação. Em outros, a medicação é indicada por tempo prolongado, e a decisão é revista nos retornos.
A menopausa aumenta o colesterol?
Sim. A queda do estrogênio reduz a proteção dos vasos e tende a elevar o LDL e a gordura abdominal. Por isso o perfil lipídico da mulher merece atenção especial a partir da perimenopausa.
Leia também
Resistência à insulina
A condição que muitas vezes está por trás dos triglicerídeos altos e do LDL de pior qualidade.
Composição corporal com Evolt 360
Para medir a gordura visceral que o exame de sangue não mostra.
Menopausa e reposição hormonal
A fase em que o colesterol da mulher sobe e o coração precisa de atenção.
Avaliações do Google
O que os pacientes falam da clínica
Avaliações públicas dos perfis da clínica no Google. Resultados variam de pessoa para pessoa.
Entenda por que o seu colesterol subiu antes de tratar
Agende uma consulta na Clínica Boutique Dra. Karline Campos. Vamos calcular o seu risco cardiovascular, investigar as causas e montar uma estratégia que proteja o seu coração pelas próximas décadas.